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Berlim reconhece que situação de reféns no Iraque é grave


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Berlim reconhece que situação de reféns no Iraque é grave

Acaba hoje o ultimato dado aos reféns alemães raptados no Iraque. Os dois engenheiros apareceram num novo vídeo datado de anteontem, mas apenas divulgado ontem à noite.

É o segundo vídeo, onde os raptores deram 72 horas a Berlim para reagir às exigências, caso contrário Rene Braunlich e Thomas Nitzchke morrem. O chefe da Diplomacia alemã, Frank-Walter Steinmeier, apelou mais uma vez à libertação dos reféns e garantiu que “tudo vai ser feito para os devolver a casa”. Os engenheiros foram raptados no dia 24 numa refinaria de petróleo em Baiji, a 180 quilómetros de Bagdade. Os sequestradores querem o encerramento da embaixada de Berlim e a saída das empresas alemãs do país e o fim da cooperação da Alemanha com as autoridades iraquianas. O centro de crise do ministério reuniu-se mais uma vez, já que esta é a segunda crise que o país vive desde a tomada de posse do governo de Angela Merkel, em Novembro. Susanne Osthoff, de 43 anos, foi a primeira refém. Trabalhadora humanitária, foi libertada em Dezembro, depois de três semanas de cativeiro. O caso está envolto numa polémica, acusa-se o governo alemão de ter pago cinco milhões de dólares pela libertação da arqueóloga, que alegadamente foi colaboradora dos serviços secretos germânicos.
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