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Conselho de Segurança é último recurso

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Conselho de Segurança é último recurso

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O dossier iraniano ainda vai ter de percorrer um longo caminho antes de chegar ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. O concenso alcançado em Londres entre os cinco membros permanentes é um bom sinal referiu o embaixador britânico em Nova Iorque, Emyr Jones Parry. Mas antes os 35 governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (EIEA) têm de votar favoravelmente o seu envio. Viena vai acolher uma reunião de emergência quinta e sexta-feira.

Todavia a unidade mostrada no início da semana em Londres entre o Estados Unidos, o Reino Unido, a França, a Rússia e a China mais a Alemanha e a União Europeia é frágil. Diplomatas russos e chineses deverão deslocar-se hoje ao Irão para tentar convencer Teerão a colaborar com as instâncias internacionais. Mas a República Islâmica mantém-se firme. O principal responsável do programa nuclear, Al Larijani, ameaçou limitar a cooperação com a AIEA e retomar o enriquecimento de urânio. O discurso inflamado dos governantes acolhe a aclamação popular. As ruas da capital iraniana encheram-se de pofessores universitários, unidos contra a pressão internacional.