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Observadores da ONU e da UE chegam ao Haiti

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Observadores da ONU e da UE chegam ao Haiti

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As eleições presidenciais e legislativas no Haiti realizam-se na terça-feira mas no país estão já os cerca de 160 observadores da Nações Unidas (ONU) e da União Europeia (UE). A insegurança é o grande desafio e há quem anteveja uma baixa taxa de participação devido à violência que reina no país, onde circulam mais de 200 mil armas ilegais.

Na corrida à presidência estão 32 candidatos e 1300 pessoas concorrem aos 130 lugares no parlamento. Entre os candidatos há criminosos, o que preocupa organizações humanitárias. A força das Nações Unidas, presente no Haiti há dois anos, procura tranquilizar. Os 9500 soldados e polícias da ONU vão juntar-se aos quase 4000 agentes haitianos e têm ordens para responder a qualquer perturbação. Trata-se da quinta tentativa para realizar as primeiras eleições desde a queda do presidente Jean-Bertrand Aristide, em Fevereiro de 2004. Por receio de novas cenas de violência, o primeiro-ministro interino, Gérard Latortue, implementou medidas de segurança excepcionais. Por exemplo, a função pública está de férias desde hoje e até três dias após o escrutínio, o tempo necessário para apurar os resultados. No total, são chamados a votar três milhões e meio de haitianos.