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Buraco de 500 milhões de euros no orçamento palestiniano

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Buraco de 500 milhões de euros no orçamento palestiniano

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No dia em que se tornou oficial o desaparecimento de mais de 500 milhões de euros dos cofres dos territórios palestinianos, Ehud Olmert, o primeiro-ministro israelita decidiu desbloquear perto de 40 milhões de euros em fundos e impostos pagos pelos palestinianos. A verba tinha sido retida pelo executivo israelita depois do anúncio da vitória do Hamas nas legislativas de 25 de Janeiro.

Os líderes do movimento radical armado reuniram-se com o presidente da Autoridade Palestiniana. O Hamas prepara-se para formar governo, resta saber se o Fatah está disposto a integrar um executivo chefiado pelos radicais armados. Outra questão importante é o dinheiro com que os territórios palestinianos podem contar. Os radicais do Hamas não reconhecem Israel e recusam-se a negociar o que quer que seja, e tão pouco reconhecem os acordos de Oslo que obrigam Israel a contribuir financeiramente para os territórios palestinianos. Os Estados Unidos e a União Europeia exigem que o Hamas mude de posição, caso contrário os fundos internacionais poderão ser suspensos.