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Empresas: GDF terá 34% da Suez

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Empresas: GDF terá 34% da Suez

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O Estado francês vai ser o principal accionista do grupo que vai resultar da fusão da Gás de França com o Suez. Uma participação, no entanto, de pouco mais de 34 por cento do capital, mas suficiente para ter poder decisão entre os accionistas da futura empresa, que será, a nível, mudial um dos principais grupos do sector energético.

A operação foi desencadeada logo após o anúncio da eléctrica italiana Enel do interesse no lançamento de uma OPA sobre a filial belga do grupo Suez. A polémica instalou-se. Claudio Scajola, ministro italiano da Indústria, reagiu à fusão apelando a uma reflexão a nível europeu sobre a validade das regras da concorrência. O ministro questiona se na Europa os governos podem intervir nas finanças públicas destabilizando os mercados. Uma posição já defendida anteriormente pelo primeiro-ministro Silvio Berlusconi. Em França, o ministro delegado para o Orçamento, Jean François Copé, afirmou que compreende a relação que está a ser estabelecida, mas recorda que a oferta pública de aquisição (OPA) nunca foi apresentada formalmente, apesar dos rumores. A Suez tem mais de 160 mil assalaridaos, no ano passado registou benefícios na ordem dos 41 mil milhões de euros, a GDF empre mais de 38 mil pessoas, registou benefícios na ordem dos 22 mil milhões de euros no ano passado e tem uma capitalização bolsista inferior à Suez.