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Tensão aumenta na Bielorrússia a dois dias das presidenciais

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Tensão aumenta na Bielorrússia a dois dias das presidenciais

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Os eleitores bielorrussos começaram a votar nos distritos mais afastados do país. A dois dias das eleições presidenciais a tensão está ao rubro. Para esta tarde, um dos líderes da oposição a Lukaschenko, Alexander Milinkevich, preparou uma manifestção em Minsk não aprovada pelas autoridades locais.

As forças de segurança têm ordem para travar todo o tipo de protesto contra o actual presidente, no poder há 12 e de novo candidato. Na corrida, Alexander Lukaschenko tem como principais adversários Milinkevich, um independente de 58 anos e Alexander Kozulin lider da oposição Social Democrata. Os serviços especiais da Bielorrússia aconselharam os cidadão a não participarem nos protestos convocados pela oposição. Numa conferência de imprensa o KGB bielorrusso declarou que qualquer acto que vise desestabilizar o país será considerado como acção terrorista e, por isso, passível de prisão perpétua ou pena de morte. Stépan Sukhorenko, presidente dos serviços defende que “os organizadores da chamada revolução preparam não um protesto pacífico, mas uma acção de força”. A comunidade internacional pede a Lukashenko que ponha fim às intimidações. As últimas eleições não foram consideradas livres pela OSCE e Bruxelas ameaça reforçar as sanções já em vigor se se verificarem novas irregularidades.