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A Ucrânia não escapa a um governo de coligação

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A Ucrânia não escapa a um governo de coligação

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Os urcranianos deram o maior número de votos ao Partido das Regiões, liderado por Viktor Ianukovich, mas não o suficente para formar governo. O líder da oposição pró-russa já se disse pronto a colaborar com todas as forças políticas representadas no novo parlamento, as primeiras palavras de Ianukovich foram para dizer que “está pronto para assumir responsabilidades e formar governo e irá tentar mobiliazr todos os que se preocupam com a Ucrânia para que se unam nesta enorme e importante tarefa”.

A possibilidade de uma coligação laranja poderá dificultar a tarefa ao vencedor da noite se o presidente ucraniano, o mais humilhado neste escrutínio, se reconciliar com a antiga primeira-ministra, Iulia Timochenko. O partido de Iuckenko, que as sondagens previam em segunda posição, não foi além do terceiro lugar. O presidente é o único a pagar a factura do descontentamento dos ucranianos com a situação política e económica do país, que atinge os 72% da população. A grande surpresa das urnas é Iulia Timoshenko, que surge como a segunda escolha do eleitorado. A primeira chefe de governo saída da Revolução Laranja, visa de novo a chefia do executivo e mostra-se disposta a reunir todas as forças políticas da revolução numa coligação governamental. Timoshenko já Das urnas saiu apenas a certeza de que o futuro político da Ucrânia passa pela coligação. O presidente Iushenko anunciou que as consultas nesse sentido começam já esta segunda-feir.