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Lukashenko declarado "persona non grata" na União

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Lukashenko declarado "persona non grata" na União

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Acabou de ser empossado, este sábado, e já é “persona non grata” na União Europeia. O presidente, Alexander Lukashenko, e trinta outros dirigentes bielorrussos, considerados responsáveis por “violações das normas eleitorais internacionais”, durante as eleições de 19 de Março, vão ser interditados de vistos para os países da União.

Os chefes da Diplomacia dos Vinte e Cinco decidiram também congelar os bens de certos dirigentes bielorrussos e pretendem reforçar as relações com a oposição. “Queremos que o povo da Bielorrússia esteja do nosso lado”, diz o ministro da Eslovénia. E Dimitij Rupel continua: “Por isso queremos cultivar relações com a oposição, com os estudantes, os jovens, as pessoas que são inocentes e que são interessantes. E este é um passo no bom caminho.”

Na semana passada, Alexander Milinkevich foi recebido com honras de herói no Parlamento Europeu. O líder da oposição recolheu apenas seis pontos dos votos, nestas eleições consideradas fraudulentas pela comunidade internacional e por uma vasta parte da população bielorrussa – que continua a manifestar-se na Praça de Outubro. A mesma que foi palco de violentos confrontos após o anúncio dos resultados eleitorais, o que levou o regime ditatorial de Lukashenko a deter centenas de pessoas.
OK Lukashenko declarado “persona non grata” na União

Acabou de ser empossado, este sábado, e já é “persona non grata” na União Europeia. O presidente, Alexander Lukashenko, e trinta outros dirigentes bielorrussos, considerados responsáveis por “violações das normas eleitorais internacionais”, durante as eleições de 19 de Março, vão ser interditados de vistos para os países da União.

Os chefes da Diplomacia dos Vinte e Cinco decidiram também congelar os bens de certos dirigentes bielorrussos e pretendem reforçar as relações com a oposição. “Queremos que o povo da Bielorrússia esteja do nosso lado”, diz o ministro da Eslovénia. E Dimitij Rupel continua: “Por isso queremos cultivar relações com a oposição, com os estudantes, os jovens, as pessoas que são inocentes e que são interessantes. E este é um passo no bom caminho.”

Na semana passada, Alexander Milinkevich foi recebido com honras de herói no Parlamento Europeu. O líder da oposição recorreu apenas seis pontos dos votos, nestas eleições consideradas fraudulentas pela comunidade internacional e por uma vasta parte da população bielorrussa – que continua a manifestar-se pacificamente na Praça de Outubro. A mesma que foi palco de violentos confrontos após o anúncio dos resultados eleitorais, o que levou o regime ditatorial de Lukashenko a deter centenas de pessoas.

Minsk já reagiu à decisão europeia de interditar a entrada de personalidades bielorrussas nos Vinte e Cinco. O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou que medidas semelhantes serão tomadas face a deterrminados líderes europeus.