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A confusão reina no Chade

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A confusão reina no Chade

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Os rebeldes entraram na capital. Às primeiras horas do dia ouviam-se tiros de armas pesadas nos arredores de N’Djamena. Contudo o presidente afirmou durante a manhã que as suas forças controlavam a situação na cidade.

Verificaram-se também combates no Leste do país. Adré, junto à fronteira com o Sudão, estava igualmente sob fogo rebelde. O porta-voz dos guerrilheiros, em França, afirmou ontem à noite que mais de 80 por cento do país escapava já ao controlo das forças presidenciais. Mas, em declarações à Rádio France Internacional, esta manhã, o presidente chadiano Idriss Deby afirmou que as suas forças tinham “a situação sob controlo na capital e que a coluna rebelde em Adré tinha sido esmagada.” A França, que dispõe de bases militares e de 1.200 soldados no país, reforçou o seu contingente com 150 homens vindos do Gabão. Entretanto, as agências da ONU presentes no Chade, nomeadamente o Alto Comissariado para os Refugiados e o Programa Alimentar Mundial, decidiram evacuar as famílias dos seus funcionários para os Camarões.