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Europeus adoram o chocolate

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Europeus adoram o chocolate

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Tempo de Pascoa é tempo de chocolates. Ovos e coelhinhos enchem as grandes confeitarias. Calcula-se que na Europa se vendem nesta época cerca de 200 milhões de modelos fabricados em chocolate e nem o comissário europeu para o Comércio, Peter Mandelson, passa sem esta paixão.

Os britânicos surgem no topo da tabela europeia dos chamados “chocoholics”, os dependentes do chocolate. No ano de 2005, o país gastou em chocolate 6,8 mil milhões de euros; a seguir surgem os franceses que consumiram no mesmo período chocolates no valor de 4,4 mil milhões de euros, depois os alemães com 3,5 mil milhões e os italianos com 1,9 mil milhões. Os suíços, reputados pela qualidade do seu chocolate, surgem só na sexta posição ao nível do consumo.

Em quantidade, os britânicos comem em média 10 quilos de chocolate por ano, os alemães oito quilos, os franceses quase sete quilos e os espanhóis três quilos e novecentos gramas.

Uma tradição que se transformou num bom negócio:
“Claro que é uma festa religiosa, e é importante para mim pessoalmente porque a Páscoa significa o rejuvenescimento depois do Inverno, mas
verdade também que é uma festa comercial para nós que estamos no negócio do chocolate, mas não é isso o mais importante”, diz uma comerciante belga.

A paixão da humanidade pelo chocolate dura há 3 mil anos. Na Europa é conhecido desde o século XVI; altura em que os espanhóis o trouxeram da America Central.

Os artistas fizeram dele um regalo para os sentidos.
Para que nada falte na magia de uma doce Páscoa.