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Senadores americanos sugerem conversações directas com o Irão


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Senadores americanos sugerem conversações directas com o Irão

A crise nuclear iraniana começa a pesar demasiado na factura energética mundial. No mesmo dia em que foram divulgadas fotos que dão conta da ampliação das centrais Isfahan e de Natanz, o senador republicano Richard Lugar, que lidera a comissão dos negócios estrangeiros do congresso americano, tenta centrar a discussão na questão energética como um todo e sugere negociações directas: “O Irão faz parte do quadro energético. Desenvolveu laços com a Índia e a China e outros países que são cruciais. Por isso devemos falar. Talvez devamos concentrarmo-nos menos no problema das centrifugadoras e mais na maneira como a energia será produzida.”

A Casa Branca e o Departamento de Estado ainda não reagiram a estas declarações. Até ao momento o presidente George W. Bush tem excluído discussões bilaterais com o Irão sobre este problema em particular, embora tenha aberto a porta a conversações com enviados do seu homólogo Mahmud Ahmedinejad sobre a questão iraquiana. A arma petrolífera pode ser manuseada pelo Irão para colocar em dificuldades a Europa e os Estados Unidos. Os preços do crude, que se mantêm em níveis recorde e cuja tendência é de subida, não reflectem apenas a crise iraniana. Contudo o regime de Teerão produz cinco por cento do petróleo mundial.
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