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Governo trabalhista soma escândalos

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Governo trabalhista soma escândalos

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O Primeiro-ministro britânico viu-se obrigado a defender três dos seus ministros, em menos de uma semana. Uma série de escândalos embaraçam o governo trabalhista a escassos dias das eleições autárquicas e Tony Blair teve de reiterar publicamente a confiança aos elementos da sua equipa criticados pela oposição que exige demissões. O liberal democrata, Norman Baker, diz que “tudo isto mostra a arrogância do governo trabalhista, semelhante ao que se passou nos anos 90 com os conservadores. Há um ambiente de fim neste governo e não parece que as coisas melhorem para eles, os eleitores dirão”.

Na mira da oposição está também John Prescott que viu a sua vida pessoal nas primeiras páginas dos jornais devido à relação com uma das suas secretárias. O número dois do governo teve de desculpar-se publicamente mas os seus adversário querem a sua cabeça. Em dificuldade está igualmente o ministro do Interior que ontem colocou o cargo à disposição depois do escândalo dos prisioneiros estrangeiros que o governo não expulsou após o cumprimento das penas. Charles Clarke adimitiu “o erro admnistrativo” e Blair reiterou-lhe a confiança. A contribuir para o descrédito dos trabalhistas ainda os avanços e recuos da ministra da Saúde. Patricia Hewit escandalizou médicos e enfermeiros ao afirmar que o sistema de Saúde está melhor do que nunca, na véspera anunciara para o sector a supressão de inúmeros postos de trabalho.