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Combates regressam à Somália

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Combates regressam à Somália

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas recusou o reforço das sanções colectivas e do embargo de armas à Somália. Uma medida que não tomou em consideração os combates registados na capital, Mogadíscio, nos últimos dias e que fizeram perto de 120 mortos. Os quinze elementos do Conselho de Segurança apenas reiteraram as sanções e o embargo já existentes.

A decisão foi contrária às conclusões de um relatório de peritos que aconselha a intensificar o embargo de armas, ao estabelecimento de um bloqueio comercial às exportações de carvão e à proibição de actividades piscatórias de barcos estrangeiros nas águas somalis. Estas duas últimas actividades têm contribuído para o enriquecimento dos senhores da guerra que dominam o país. Recorde-se que o Estado é inexistente na Somália e o caos reina desde 1991, ano em que os chefes tribais depuseram o ditador Mohamed Siad. Os peritos indicam ainda que as milícias fundamentalistas islâmicas se tornaram na terceira força do país.