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Cimeira UE-América Latina ausente de grandes decisões como previsto


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Cimeira UE-América Latina ausente de grandes decisões como previsto

60 Chefes de Estado e de Governo da União Europeia e da América Latina e Caraíbas iniciaram de forma descontraída a IV cimeira regular entre os dois blocos em Viena.

Um encontro que não aspira á tomada de grandes decisões e se centra mais no estabelecimento de contactos.

A divinhava-se que a nacionalização dos recursos energéticos bolivianos iria dominar a reunião, e as primeiras decalarações de Evo Morales confirmaram as previsões ao afirmar que o seu país não pagaria indemenizações às empresas estrangeiras.

O presidente Venezuelano Hugo chaves pôs-se ao lado do seu homólogo boliviano:
“É preciso apoiá-lo. Evo cumpre o mandato de um povo e isso é democracia. Ele está a fazer algo semelhante ao que Zapatero fez quando prometeu em campanha retirar as tropas do Iraque, e cumpriu. Evo prometeu nacionalizar os hidrocarburantes e fê-lo. Há que aplaudi-lo”

Do outro lado os líderes europeus reagem, e depois de terem assinado uma declaração conjunta onde reconhecem a soberania de todos os países sobre os seus recursos naturais, pedem o estabelecimento de regras compativeis com as normas europeias. Wolfgang Schussel, o chanceler austríaco e anfitrião do evento declarou:

“Vocês precisam de enormes investimentos: Milhões e milhões de dólares ou de euros têm que ser investidos para garantir a segurança dos consumidores, dos mercados e das companhias. A questão é esta: Querem ou não investimento estrangeiro directo, sim ou não? se sim, têm que dar garantias aos investidores”.

As declarações proferidas por Evo Morales esta quinta-feira provocaram uma série de reacções nomeadamente por parte da Espanha.

Reacções que obrigaram Evo Morales a enviar uma carta a Madrid onde garante uma segurança jurídica durável às companhias estrangeiras na Bolívia.

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