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Questões energéticas dividem Europa e América Latina

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Questões energéticas dividem Europa e América Latina

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Sessenta chefes de Estado e de Governo inauguraram em Viena a IV Cimeira euro-latino-americana sob o signo da polémica. A reunião de ontem dos ministros dos Negócios Estrangeiros acabou em acordo sobre a Democracia mas acentuou o diferendo em relação às questões energéticas.

No centro do conflito está o presidente Evo Morales que decidiu nacionalizar o gáz e o petróleo deixando claro que não irá indeminizar as companhias estrangeiras incluindo as europeias. “Nós deixamos claro aquilo que queremos e onde pretendemos ir com a nossa estratégia de parceria regional. Explicámos os nossos objectivos e identificámos os principais desafios. Mas se quiserem desenvolver ao máximo esta parceria precisamos também de saber qual é a vossa visão estratégica” declarou o Presidente da Comissão Europeia.Durão Barroso sustentou que a relação política entre a UE e a América latina “foi capaz de superar a fase retórica” para passar ao terreno das decisões concretas. Concreta foi também a acção de uma militante do Greenpeace que semanifestou em biquini para atrair a atenção para os problemas ambientais na fronteira uruguaia-argentina provocados pela Poluição da Industria do Papel.