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Cimeira UE-América Latina dominada por Chavez e Morales com poucos resultados

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Cimeira UE-América Latina dominada por Chavez e Morales com poucos resultados

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Hugo Chavez não parece descontente com os poucos resultados da Cimeira União Europeia-América Latina. Ontem à noite, em Viena, o presidente venezuelano foi recebido por 5 mil apoiantes, num evento promovido por organizações de esquerda. Após saudar os presentes em alemão, Chavez fez um discurso de 90 minutos centrado no seu “conceito favorito” de inimigo: os Estados Unidos.

O chefe de Estado venezuelano faltou, assim, ao jantar de gala promovido pelo presidente austríaco, Heinz Fischer, que recebeu no Castelo de Schönbrunn os líderes europeus e latino-americanos. Hoje têm lugar vários encontros bilaterais e, durante a tarde, uma cimeira alternativa com Hugo Chavez e Evo Morales como “cabeças de cartaz”. A questão energética deverá continuar a dominar os debates. A cimeira de quinta e sexta-feira pretendia estabelecer ou alargar ligações entre a União Europeia e diferentes países da América Latina. Mas as políticas de nacionalização dos recursos energéticos dos presidentes venezuelano e boliviano, que criaram disputas com vários países, não permitiram um resultado mais satisfatório do que alguns acordos entre os Vinte Cinco e países da América Central.