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Ajuda humanitária organiza-se na ilha de Java

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Ajuda humanitária organiza-se na ilha de Java

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A ajuda humanitária aflui à ilha indonésia de Java, devastada no Sábado por um violento sismo. Fontes oficiais actualizaram o balanço de vítimas mortais para mais de cinco mil e quatrocentas. Respondendo ao pedido de Jakarta, chegam de diversos pontos do Mundo equipas de resgate, assistência médica e mantimentos. As prioridades são assistir os mais de 20 mil feridos e colmatar as faltas de mais de 130 mil desalojados, segundo estimativas das Nações Unidas.

O Programa Alimentar Mundial distribuiu 30 toneladas de mantimentos na região afectada. A ONU fará chegar nos próximos dias mais hospitais de campanha, medicamentos e geradores de electricidade.

Os esforços de socorro foram facilitados com a reabertura, ontem, do aeroporto de Yogyakarta, danificado durante o tremor de terra de sábado, com uma magnitude de 6,3 na escala de Richter. Mais de 35 mil casas e outros edifícios foram destruídos e a falta de infraestruturas é, em muitos casos, total.

Enquanto prosseguem as buscas de cadáveres entre os escombros, surgem também preocupações sanitárias. Para as organizações humanitárias no terreno, é particularmente importante prevenir o surto de doenças como a malária.

Entre as dezenas de milhar de desalojados, 40 por cento serão crianças. Hoje começaram a chegar os primeiros voos fretados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância. A Unicef transporta para a região reservatórios de água, filtros, tendas, equipamento de cozinha e material escolar.