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Faltou eficácia aos serviços de emergência nos atentados de Londres


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Faltou eficácia aos serviços de emergência nos atentados de Londres

“Graves problemas de organização e comunicação” entre os serviços de emergência. É a principal dedução do inquérito divulgado pela Assembleia de Londres sobre os atentados de 7 de Julho do ano passado, que fizeram 56 mortos e 700 feridos.

Descoordenação entre polícia, bombeiros e equipas médicas e dificuldade na comunicação no interior das estações de metro atacadas fazem parte das conclusões do inquérito presidido por Richard Barnes, que classificou de “inaceitável que, no século XXI e numa das cidades mais sofisticadas e tecnologicamente avançadas do mundo, os serviços de emergência tenham de confiar em mensageiros para trocar informação”. Vários rádios e telemóveis usados pelos socorristas não funcionaram dentro dos túneis do metro. A primeira ambulância demorou 40 minutos a chegar ao local de uma das explosões, onde estavam já apurados 200 feridos. O inquérito denuncia também a falta de material médico de urgência nas estações de metro, nas carruagens e nas próprias ambulâncias e critica ainda o apoio prestado aos sobreviventes dos ataques. No entanto, o documento realça que “o que falhou foi o sistema e não as pessoas, que fizeram o seu melhor” e elogia o comportamento público.
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