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Política do mar concilia economia e ambiente

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Política do mar concilia economia e ambiente

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Conciliar interesses económicos com a preservação ambiental – são estes os dois grandes pilares de uma futura política marítima comum. Foi esta a ideia expressa esta quarta-feira, em Bruxelas, pelo presidente da Comissão.

Na apresentação do movo Livro Verde sobre o mar, Durão Barroso apelou aos estados membros para que consigam conciliar o desenvolvimento das actividades económicas com a defesa do ambiente marinho. “Criar empregos e melhorar a qualidade de vida” será o lema que vai animar a discussão sobre a futura política marítima comum, um processo que se vai desenvolver, ao longo de um ano.

Barroso reconheceu os erros do passado e deixou uma pergunta: “Não é estranho que os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália e agora o Japão tenham já uma estratégia para os oceanos e nós europeus ainda não temos uma estratégia para os oceanos?”
“Ao longo de muito tempo – disse ainda Barroso – as nossas políticas de transporte marítimo, indústria, regiões costeiras, energia, pesca e ambiente marinho foram desenvolvidas separadamente. A dificuldade com que estamos confrontados é a de saber como podemos combinar estas políticas, de modo que se reforcem mutuamente, com o objectivo de proteger o ambiente marinho”.