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Bayer pode ter que negociar com Merck OPA à Schering

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Bayer pode ter que negociar com Merck OPA à Schering

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Termina esta quarta-feira o prazo para aceitação da OPA lançada pela farmacêutica alemã Bayer para a compra da compatriota Schering. A Bayer pode ter qu oferecer uma quantia mais alta que os 16,5 mil milhões de euros da OPA, para impedir que a rival Merck estrague a festa.

Isto porque a Merck, que está também apostada na compra da Schering, tem agora uma fatia de mais de um quinto. A Bayer tem mais de 60%, mas precisa de conseguir 75% do capital para assegurar o sucesso da OPA. Das três empresas envolvidas nesta luta, a Bayer é a maior, com um volume de vendas de mais de nove mil milhões de euros.

Segundo os analistas, a Bayer deve fazer uma oferta de 90 euros por acção, o que valoriza a Schering em mais de 17 mil milhões de euros. O grupo de Leverkusen deve também ser obrigado a negociar com a Merck a compra de uma parte do pacote de acções que a rival adquiriu na bolsa.

A Schering tem como sectores fortes os medicamentos andrológicos e ginecológicos, de combate ao cancro e à esclerose múltipla e ainda as pílulas contraceptivas, sobretudo o Yasmin, um dos produtos mais conhecidos da empresa.