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Três soldados dos EUA acusados de homicídio de prisioneiros iraquianos

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Três soldados dos EUA acusados de homicídio de prisioneiros iraquianos

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No dia da visita do presidente americano a Viena, é tornado público que três soldados dos Estados Unidos são acusados de assassínio premeditado, conspiração, ameaças e obstrução à justiça no caso da morte de três prisioneiros iraquianos, no mês passado, na província de Salahuddin.

O exército dos Estados Unidos investiga ainda a alegada implicação de tropas americanas na morte de 24 civis iraquianos, a 19 de Novembro, em Haditha. Entretanto, uma célula terrorista, alegadamente ligada à al-Qaeda, reivindicou,através de um comunicado na internet, o rapto de dois soldados norte-americanos e quatro diplomatas russos. O “conselho consultivo dos Mujahedin”, como se autodenomina a organização, garante ainda ter executado um quinto homem. Segundo uma testemunha citada pela agência russa Ria Novosti, os diplomatas e um segurança foram sequestrados a 500 metros da embaixada na capital iraquiana por sete homens munidos com armas automáticas, vestidos à civil e sem qualquer disfarce. Quanto a outro rapto e assassínio, que todos pensavam estarem resolvidos, as autoridades italianas querem afinal apurar responsabilidades. A comissão de juízes que analisou o processo do rapto de Giuliana Sgrena concluiu que o soldado que disparou contra o carro, em que seguia também um agente secreto a fazer escolta à jornalista, deve ir a julgamento. Segundo os juízes, o soldado Mario Lozano é culpado de homicídio involuntário do agente secreto e ainda de duas tentativas de homicídio. Cabe agora a um outro juiz italiano avaliar se há indícios suficientes para julgar o soldado americano.