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Manifestantes húngaros esperavam Bush nas ruas

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Manifestantes húngaros esperavam Bush nas ruas

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Na Hungria cumpriu-se a tradição: mesmo antes da chegada de George W. Bush já Budapeste assistia aos primeiros protestos contra todos os aspectos da política americana, a começar pela prisão de Guantánamo, promovidos pela Amnistia Internacional. Mas novas manifestações de organismos cívicos húngaros estão previstas para esta quinta-feira.

George W. Bush e a sua comitiva chegaram ao início da noite. É a segunda visita de um presidente americano à Hungria. A primeira foi em 1989 e foi realizada por George Bush, pai. O presidente americano deverá encontrar as autoridades húngaras e será difícil fugir ao diferendo sobre a questão dos vistos para os cidadãos dos novos Estados membros da União Europeia para entrada nos Estados Unidos. Mas a visita do chefe de Estado americano, rodeada de medidas de segurança draconianas, tem como objectivo a participação numa homenagem às vítimas húngaras da revolta antisoviética de 1956. Bush aproveitará para louvar a transição da Hungria do comunismo para a democracia. Bush chegou oriundo de Viena, na Áustria, e da cimeira União Europeia-Estados Unidos. O presidente americano disse que quer fechar Guantánamo, mas não de seguida e não antes de julgar todos os assassinos ou assinar acordos que permitam enviar outros detidos para os países de origem. Palavras que agradaram aos líderes europeus mas não convenceram os manifestantes.