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Rebeldes exigem saída de observadores da UE

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Rebeldes exigem saída de observadores da UE

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Os Tigres Tâmiles querem que os observadores da União Europeia abandonem o Sri Lanka. A exigência surge como resposta à classificação dos rebeldes como terroristas, por parte de Bruxelas. Cinco países nórdicos incorporam a missão de supervisão do cessar-fogo declarado em 2002, após mais de duas décadas de conflito entre as forças doGoverno e os rebeldes independentistas, que controlam o Norte e Nordeste do país.

A cumprir-se a exigência dos Tigres Tâmiles, terão que ser substituídos 37 observadores provenientes da Finlândia, Suécia e Dinamarca – pertencentes à União Europeia – incluindo o máximo dirigente da missão europeia. A representação ficará reduzida aos 20 supervisores da Noruega e Islândia, situação particularmente preocupante após um recrudescimento da violência, que já fez mais de 700 mortos este ano, 50 dos quais no último fim de semana. As negociações de paz estão “congeladas” desde 2003. No início da semana, o Governo exortou os rebeldes a regressar às conversações. Os Tigres Tâmiles confirmaram na terça-feira o seu compromisso na continuação do cessar fogo, apesar dos episódios de violência.