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Braço armado do Hamas ameaça retaliações

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Braço armado do Hamas ameaça retaliações

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O Primeiro-Ministro palestiniano, Ismail Haniyeh e o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, visitaram este Domingo o que sobrou do bombardeamento israelita ao gabinete de Haniyeh.

Um ataque que o braço armado do Hamas já jurou vingar.

O grupo anunciou como alvos preferenciais edifícios públicos e governamentais israelitas.

A destruição do gabinete de Haniyeh, que na altura do atentado não se encontrava no escritório, marca uma nova tentativa na ofensiva israelita para obrigar à libertação do soldado raptado por palestinianos há uma semana.

Segundo fontes palestinianas, uma escola do Hamas foi igualmente bombardeada, alegações que Israel desmentiu de imediato.

Em declarações à imprensa, o vice Primeiro-Ministro Israelita, Shimon Peres, declarou que o Hamas rejeitou todas as possibilidades de negociações civilizadas que lhe foram apresentadas: “O Presidente do Egipto tentou negociar, mas o Hamas rejeitou as propostas, Abu Mazen também tentou mas as suas propostas foram ignoradas”.

O Primeiro-Ministro israelita Ehud Olmert rejeitou hoje qualquer possibilidade de negociações para recuperar o soldado raptado e deu ordens ao exército para agir com toda a sua força na perseguição aos terroristas.

Israel, deixa assim claro que não vai aceitar as exigências de grupos armados palestinianos que reivindicam a captura do soldado e pedem a libertação de mil presos.

Na quinta-feira, aviões israelitas já tinham atacado o Ministério do Interior Palestiniano. Israel desencadeou na passada quarta-feira uma vasta ofensiva na Faixa de Gaza para libertar o soldado raptado por activistas palestinianos.