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Pyongyang enerva comunidade internacional

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Pyongyang enerva comunidade internacional

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A Coreia do Norte, um electrão indomável do denominado eixo do mal, volta provocar a ira da comunidade internacional.Não se trata de um acto desequilibrado, porque esse a que Bush chama de “pigméu” esconde na sua forma excêntrica de agir uma hábil táctica e o consequente arsenal.
O regime norte-coreano dispõe misseis Scud, de fraco alcance, de Rodong de médio alcance e os famosos Tapdong, os mais preocupantes.O Taepdong 2 é capaz de transportar uma tonelada de explosivos a uma distãncia de 6.700 quilómetros, susceptível de atingir o Hawai ou o Alaska. Pyongyang trabalha já numa versão amelhorada deste missil a fim de poder levar uma carga menor mas a uma distância de 10.000 quilometros, exactamente a costa oeste dos Estados Unidos.A questão que se levanta é saber se a Coreia do Norte dispõe ou não a bomba atómica como o afirma e se possui a técnologia que permite a sua fixação num míssil.Os peritos não acreditam mas a verdade é que existe um programa nuclear em curso desde os anos 60 sobre o qual nada se sabe.Em 1998 este país provocou uma crise internacional ao lançar um taepdong, primeira geração perto do Japão.Depois de um período de acalmia a situação degradou-se com o 11 de Setembro e inclusão do país no Eixo do Mal.
Desde 2003 ques as negociações estão bloqueadas.
Pyonyang joga com as divisões lantentes e com os interesses dos diferentes país que participam nas negociações multilaterais. Os Estados Unidos não podem expôr os seus aliados japonêses e sul coreanos.Quantos sul coreanos estarão hoje mais inclinados à reconciliação que ao confronto?
E a longo termo uma Coreia unificada que tentará impor-se aos seus vizinhos chineses, russos e japoneses poderá ter a tentação de guardar o poder adquirido pela Coreia de Kim Jong Il.