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Violência ao rubro na Faixa de Gaza

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Violência ao rubro na Faixa de Gaza

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A escalada da violência na Faixa de Gaza não dá sinais de abrandamento. Morreram vinte e sete palestinianos e um israelita,
desde o início da ofensiva de Israel – a maior operação militar na Faixa de Gaza desde que o estado hebreu abandonou o território em Setembro de 2005, após 38 anos de ocupação.

O Conselho dos Direitos Humanos da ONU aprovou esta quinta-feira uma resolução que diz que as operações militares na faixa de Gaza «violam as leis humanitárias internacionais».

O primeiro-ministro palestiniano considerou que a actuação israelita era um crime contra a humanidade. Numa visita a um hospital, Ismail Haniyeh disse ainda que os ataques eram um estratagema para reocupar territórios. Após o início da ofensiva israelita, o governo do Hamas apelou às forças de segurança para que combatam o inimigo. Mas as forças palestinianas são na maioria fiéis ao Fatah do presidente Mahmoud Abbas.

A ofensiva de Israel foi lançada depois do rapto de um soldado israelita, a 25 de Junho. Entretanto, na terça e na quarta-feira, o Hamas disparou mísseis contra a cidade de Ashkelon, no sul de Israel sem causar vítimas. Os tanques israelitas ocupam agora posições em três dos antigos colonatos com o intuito de impedir o disparo de mísseis palestinianos.