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Exército israelita vai continuar a atacar Gaza por tempo indeterminado

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Exército israelita vai continuar a atacar Gaza por tempo indeterminado

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A ofensiva militar israelita em Gaza está para continuar. Isso mesmo foi garantido pelo chefe de governo na conferência de imprensa anual, em resposta às críticas da comunidade internacional sobre o “excessivo uso da força” por parte do exército.

O primeiro-ministro acha que atacar os palestinianos é a única solução para que os activistas párem de lançar “rockets” para território israelita.

Ehud Olmert diz: “Não conheço um único governo democrático no mundo, que apoie Israel, que tenha feito alguma coisa para resolver o problema dos ataques diários de que o país é alvo e que têm como objectivo matar civis inocentes”.

Entretanto o braço-de-ferro continua. Israel iniciou a operação militar em Gaza há 12 dias, a seguir ao rapto do soldado Gilad Shalit, e já morreram mais de 50 palestinianos.

Os israelitas exigem a libertação do militar. Mas Khaled Mechaal, líder do Hamas no exílio, voltou a relembrar que só liberta Shalit se Israel deixar sair vários prisioneiros palestinianos. O Estado Hebraico manifestou-se disponível para soltar alguns detidos, mas só depois do soldado israelita ser entregue às autoridades hebraicas.

A intransigência de um lado e de outro do conflito volta a destacar-se no dia em que mais um palestiniano morreu em Gaza e cinco ficaram feridos na sequência de um ataque do tsahal.