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Diplomacia chinesa com prioridade na crise norte-coreana.

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Diplomacia chinesa com prioridade na crise norte-coreana.

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Uma delegação de Pequim, liderada pelo vice-primeiro-ministro Hui Liangyu está em Pyongyang para convencer a Coreia do Norte a regressar à mesa das negociações sobre o seu programa nuclear. Nas Nações Unidas foi suspensa a votação do projecto de resolução apresentado por Tóquio e apoiado pelos Estados Unidos.

O embaixador norte-americano na ONU, John Bolton, salientou “que é importante manter as atenções em Pyongyang e destacar a iniciativa chinesa, dando-lhe chance de sucesso”.

A crise agravou-se com o disparo de sete mísseis teste da Coreia do Norte para o mar do Japão, na quarta-feira.

O embaixador nipónico Kenzo Oshima referiu que “decidiram não pressionar a votação e que vão esperar um pouco mais”.

Apoiada pela Rússia, a China colocou a circular na ONU uma alternativa ao projecto de resolução japonês. Chama-se “Declaração Presidencial”, não faz referência ao capítulo sete da carta das Nações Unidas, que autoriza sanções e o uso da força em último caso, e considera que os testes norte-coreanos não constituem uma ameaça para a paz e segurança internacionais.