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EUA na China para colocar Pequim do lado de Washington nas sanções contra a Coreia do Norte

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EUA na China para colocar Pequim do lado de Washington nas sanções contra a Coreia do Norte

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A crise despoletada pelo teste de lançamento de mísseis norte-coreanos levou o representante dos Estados Unidos à China para avançar nas negociações. O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu ontem adiar a votação de uma resolução nipónica que impunha sanções económicas à Coreia do Norte.

A ideia é dar tempo aos Estados Unidos para que convençam as autoridades chinesas a apoiar eventuais sanções a Pyongyang. A China tinha exigido ao Japão que retirasse o documento para votação, sob pena de se suspenderem todas as negociações com a Coreia do Norte sobre o programa nuclear.

O representante da Casa Branca, Christopher Hill, salienta que o processo atravessa uma fase curcial e considera que foi um passo importante adiar a votação do documento proposto pelas autoridades nipónicas. É necessário ter em conta a posição chinesa que continua empenhada numa solução diplomática.

O Japão não excluiu um ataque preventivo contra a Coreia do Norte, algo imediatamente criticado pela Coreia do Sul que lembrou às autoridades nipónicas que o arsenal militar japonês destina-se apenas a missões de defesa e não de ataque.