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As reacções ao atentado em Bombaim

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As reacções ao atentado em Bombaim

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Os serviços secretos indianos, citados pelo jornal The Times Of India, apontam o dedo ao grupo terrorista islâmico paquistanês Lashkar-e-Toiba e ao Movimento Indiano de Estudantes Islâmicos como responsáveis pelo ataque.

Shivrad Patil, o ministro do Interior, pediu coragem ao povo. “Os cidadãos de Bombaim já enfrentaram traumas similares há mais de uma década. Estou confiante de que as pessoas desta grande cidade têm motivação e coragem para fazer face a esta situação e que vão estar firmes e determinados em continuar as actividades normais sem sucumbir às ameaças de terror”, declarou Patil.

Em 2004, a Índia e o Paquistão decidiram normalizar relações e colocar um ponto final num conflito com mais de meio século em torno da região de Caxemira. O ministro dos Negócios Estrangeiros paquistanês, Khursheed Mehmood Kasuri, reagiu. “Claro que condenamos isto e sim, existe o tema do terrorismo que está a infestar o mundo. O governo do Paquistão está a fazer a sua parte e não tenho outros comentários senão condenar este incidente nos termos mais severos”, disse o chefe da diplomacia paquistanês.

Os Estados Unidos, selaram um acordo nuclear histórico com a Índia, durante a visita de George W. Bush no início do ano. Ao lado do primeiro-ministro da Sérvia, Vojislav Kostunica, a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, também condenou o sucedido, salientando ser um exemplo que um incidente “hediondo” pode acontecer em qualquer lado no mundo, contra inocentes. Nós estamos com a Índia neste difícil momento, concluiu Condoleezza Rice.