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Israel e Líbano entram em conflito

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Israel e Líbano entram em conflito

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Israel começou a mobilizar militares na reserva, depois de ter estalado uma nova frente de conflito, desta vez entre o Hezzbollah e o Tsahal, na fronteira com o Líbano. Quer isto dizer que é possível que Israel esteja a preparar um confronto em larga escala na região.

Mas a batalha começou pelas mãos do Líbano, com um ataque contra Shlomi, no norte de Israel. O tsahal está também em conflito no sul da região, em Gaza, depois da captura do soldado Gilat Shalit.

O Hezzbollah é aliado do Hamas, no governo palestiniano, da Síria e do Irão, que ultimamente tem proferido declarações anti-semitas. Calcula-se que o Hezzbollah esteja mais bem equipado a nível militar que o Hamas.

Ehud Olmert convocou uma reunião de urgência do executivo. O chefe de governo considera que o Líbano cometeu um acto de guerra ao atacar a cidade israelita, onde morreram três civis e oito ficaram feridos, e ao capturar dois soldados. Sete militares, no total, terão morrido.

O exército israelita entrou em força no sul do Líbano para recuperar dois soldados feitos reféns esta manhã pela guerrilha libanesa. Segundo o Hezzbollah, os militares só serão libertados em troca dos prisioneiros palestinianos.

A Comunidade internacional apelou à calma a Israel, aos palestinianos e aos libaneses. Tanto a ONU como a União Europeia e os Estados Unidos pedem que os soldados capturados sejam entregues às autoridades.

Entre os sete soldados israelitas mortos na ofensiva contra o Líbano, quatro perderam a vida esta tarde quando o tanque onde seguiam pisou uma mina e explodiu. Do lado do movimento do Hezzbollah foi comunicada a morte de apenas um activista.