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O mundo à procura de soluções para a guerra

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O mundo à procura de soluções para a guerra

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Como desmontar a crise israelo-libanesa é uma questão que se impõe. Juntando-se ao esforço da comunidade internacional para acabar com as hostilidades, Dominique de Villepin, o primeiro-ministro de França, antiga potência colonizadora do Líbano, deslocou-se a Beirute onde se encontrou com o chefe de governo libanês, Faoud Siniora.

Dominique de Villepin referiu que a França apoia uma força de intervenção internacional para vigiar as fronteiras, mas exige que as prioridades de independência, soberania e liberdade sejam plenamente respeitadas. Em Beirute esteve já o chefe da diplomacia da União Europeia, Javier Solana. Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE demonstraram disponibilidade em contribuir para a criação de uma força de interposição.

No terreno está também uma equipa das Nações Unidas, liderada por Vijay Nimbar, assessor político do secretário-geral, Koffi Annan, que já se encontrou com o chefe de executivo libanês. A delegação esteve primeiro no Cairo onde ouviu a posição dos representantes da Liga Árabe. Alguns países como o Egipto, Árabia Saudita e a Jordânia são contra a acção inicial do Hezbollah.

Depois de terem estado em Cairo e Beirute, os diplomatas da ONU deslocaram-se a Israel. São vários os contactos internacionais. Um coisa parece certa: a acalmia no conflito passará pela libertação dos soldados israelitas capturados plo Hezbollah e a intervenção de um força internacional no sul do Líbano de forma a estabelecer um zona tampão.