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Conferência de Roma: Líbano exige retirada israelita dos territórios ocupados

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Conferência de Roma: Líbano exige retirada israelita dos territórios ocupados

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A declaração produzida pelos participantes na Conferência Internacional sobre o Líbano em Roma reflecte a necessidade imediata de um cessar-fogo e de prestar assistência humanitária, mas não avança nenhuma medida concreta. O chefe da diplomacia italiana, leu a declaração. Depois, Maximo D’Alema, o primeiro ministro do Líbano, Fouad Siniora, a secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice e o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, responderam às questões dos jornalistas.

Siniora denunciou mais uma vez a desproporção da retaliação de Israel. Se ele estivesse na posição de Ehud Olmert daria os passos necessários para resolver os problemas. Mas nos últimos anos, as acções de Israel garantiram alguma segurança e estabilidade na região? Não.

O primeiro-ministro libanês repetiu, ao longo de várias intervenções, que Israel deve devolver as Quintas de Sheeba e todos os territórios ocupados.

Condoleeza Rice sublinhou a importância da contribuição da Síria para a aplicação da resolução 1559 da ONU e mostrou preocupação com o papel a ONU neste conflito. “Todos têm de fazer as suas escolhas”, disse, “e o povo libanês merece uma soberania efectiva, estável, democrática, merece ter paz com os vizinhos”.
Muito ficou por dizer. Condoleeza Rice não elucidou os jornalistas e tudo o que tratou com Olmert ou Siniora continuará em segredo. Afirmou apenas que pediu a Israel para cessar as hostilidades.