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UE pede fim fim imediato das hostilidades mas não cessar-fogo e aumenta montante da ajuda

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UE pede fim fim imediato das hostilidades mas não cessar-fogo e aumenta montante da ajuda

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Bastou uma mudança na formulação para os Vinte e Cinco ultrapassarem as diferenças, preservarem a unidade e chegarem a uma posição comum sobre o conflito israelo-libanês. Após a reunião em Bruxelas, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia pedem “o fim imediato das hostilidades para permitir em seguida um cessar-fogo duradouro”.

A decisão foi anunciada por Erkki Tuomioja, chefe da diplomacia finlandesa, que assume a presidência do grupo, depois de quatro horas de duros debates pois o Reino Unido e outros países-membros aliados dos Estados Unidos opuseram-se ao texto que pedia um cessar-fogo imediato.

A comissária europeia para as Relações Externas, Benita Ferrero-Waldner, explica que “para além da solução política é extremamente importante trabalhar para resolver a crise humanitária”, diz que “todos estão chocados com os acontecimentos de Canaã” e que consideram “inaceitável o número de vítimas civis”. A União Europeia salvou a sua credibilidade e, face à situação dos milhares de deslocados, aumentou para 50 milhões de euros o montante da ajuda humanitária.