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Combate à maré negra avaliado em 50 milhões

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Combate à maré negra avaliado em 50 milhões

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Cinquenta milhões de euros é quanto pedem as agências da ONU para o Ambiente para fazer face nos próximos meses à maré negra na costa do Líbano e da Síria. O apelo foi lançado na Grécia numa reunião de peritos internacionais e de países afectados ou ameaçados pela catástrofe.

No terreno, voluntários tentam limpar as cerca de 10 mil a 15 mil toneladas de petróleo que afectam cento e cinquenta quilómetros de costa libanesa, desde meados de Julho após o bombardeamento israelita à central de Jiyyeh.

George Zakher, da marinha libanesa, diz que “a crise ambiental é enorme” e explica que está “a dar instruções aos voluntários sobre como limpar a costa sem retirar grandes quantidades de areia e removendo apenas as áreas poluídas”.

Os peritos analisaram o plano da ONU para ajudar o Líbano a limpar a sua costa. Consideram que apenas agora podem avaliar a dimensão da catástrofe e preparam uma estratégia para evitar que a maré negra se propague a outros países, como a Grécia, Chipre ou Turquia.

As consequências da maré negra são ecológicas, económicas mas também humanas. Biblos, uma aldeia de pescadores a Norte de Beirute, está paralisada. As redes estão prontas, mas há um mês que nenhum barco pode sair para a faina.