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Primeiras ofertas de tropas são insuficientes para reforçar FINUL nas próximas duas semanas

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Primeiras ofertas de tropas são insuficientes para reforçar FINUL nas próximas duas semanas

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A FINUL será uma “força forte e bem equipada”, mas sem ser “ofensiva. A ONU procura vencer as reticências dos vários países sobre a força no Líbano e pede decisões rápidas para evitar um novo conflito. O apelo foi feito na reunião de peritos e embaixadores de 49 para esclarecer a missão, as implicações legais e as necessidades logísticas e financeiras da FINUL.

Alex Wolf, um conselheiro das Nações Unidas, espera que a força de interposição seja robusta, activa, séria e defensiva e considera que a França será um elemento central, esperando saber qual a sua contribuição final. Paris está disposta a chefiar a FINUL até Fevereiro mas decepcionou ao propor o envio de apenas 200 soldados, longe das expectativas internacionais.

A Alemanha recusa enviar forças terrestres, pois a questão é sensível após o Holocausto. Contudo, como explica a chanceler Angela Merkel, haverá outras formas de ajudar e que serão precisas, por exemplo, em termos logísticos, transporte aéreo ou vigilância costeira.

As Nações Unidas reconhecem que enviar mais 13 mil capacetes azuis para o Sul do Líbano pode demorar meses e acelerou o processo administrativo. Actualmente estão no terreno dois mil homens. Já existem ofertas, embora não sejam ainda suficientes para enviar 3500 soldados dentro de duas semanas.