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Direitos das mulheres são essenciais no combate à SIDA

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Direitos das mulheres são essenciais no combate à SIDA

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A 16ª conferência internacional da SIDA que decorreu em Toronto, no Canadá, terminou esta sexta-feira e foi considerada um sucesso. No encerramento o representante mexicano recebeu o testemunho para organizar a conferência do próximo ano.

Tal com muitas outras personalidades, o representante das Nações Unidas, Stephen Lewis, destacou a atenção particular que é preciso dar às mulheres.

Lewis declarou que a “dimensão mais intolerável e incómoda da pandemia é a das mulheres. A discriminação sexual conduz a pandemia e nós nunca dominaremos a terrível força da SIDA se os direitos das mulheres não estiverem no topo”, disse.

Na conferência ficou-se a conhecer novas descobertas científicas sobre a doença e foi divulgada informação sobre novas drogas e estratégias de prevenção.

Também nesta conferência, foi entregue o galardão Fita Vermelha à organização Durjoy Nori Shongo pelo programa de prevenção no Bangladesh.

Em todo o mundo, o número de portadores do VIH, Vírus da Imunodeficiência Humana, ascende aos 39 milhões. Desde que os primeiros casos
de SIDA foram diagnosticados em 1981, já morreram 25 milhões de pessoas.