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Israel quer Itália a comandar UNIFIL

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Israel quer Itália a comandar UNIFIL

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Cabe à ONU manter o equilíbrio no frágil cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah. Após conversações com responsáveis libaneses, os enviados especiais das Nações Unidas têm esta segunda-feira encontro marcado com o executivo israelita, que anunciou ter preferência na Itália para a liderança de uma reforçada UNIFIL, até agora comandada pela França.

A diplomacia revela-se crucial nesta altura. “Ao mesmo tempo estamos num topo instável que pode começar a deslizar outra vez e conduzir-nos para o abismo da violência e dos massacres”, declara o enviado da ONU, Terje Roed-Larsen. Em Israel, haverá pelo menos dois assuntos que serão abordados, além do pedido de contenção. Será o embargo imposto por Telavive, que a ONU diz compreender, face à necessidade de impedir o rearmamento do Hezbollah e a questão da troca de prisioneiros.

Este domingo Ehud Olmert deixou um aviso: se o Partido de Deus não for desarmado, Israel reinicia as hostilidades. Em breve a ONU vai divulgar os detalhes da missão dos capacetes azuis. Uma informação que tem condicionado a oferta de tropas de vários países.

A França, com mais de 10 mil militares destacados em diversos conflitos, apenas disponibilizou mais 200 para a UNIFIL e solicitou uma reunião com os parceiros europeus para esta semana.