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Comunidade internacional apela ao diálogo para pôr fim à violência entre rivais presidenciais na RDC

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Comunidade internacional apela ao diálogo para pôr fim à violência entre rivais presidenciais na RDC

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A comunidade internacional, a começar pelas Nações Unidas e União Europeia, está preocupada com a situação na República Democrática do Congo (RDC) e apela ao diálogo entre os dois candidatos que participam na segunda volta das presidenciais no final de Outubro.

Entretanto, o presidente Kabila ordenou às tropas dos dois lados que regressem às casernas.

Desde domingo que Kinshasa é alvo de incidentes violentos entre a guarda do presidente Joseph Kabila e as forças fiéis ao vice-chefe de Estado, Jean-Pierre Bemba. Tudo começou com a divulgação dos resultados da primeira volta das históricas eleições que deveriam pôr fim ao processo de transição.

Contam-se pelo menos cinco mortos.

Ontem, os tiroteios junto à casa de Bemba obrigaram as forças da ONU e da União Europeia a intervir para resgatar 14 embaixadores e responsáveis das Nações Unidas.

Face à situação, a União Europeia reforçou o contingente da EUROFOR, com tropas que mantinha no Gabão. A EUROFOR, mobilizada para ajudar os 17 mil soldados da ONU em caso de derrapagem no processo eleitoral, viu chegar já 50 militares franceses, portugueses e suecos. Seguem-se 200 alemães. No total serão 2300 homens.