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Itália dispõe-se a assumir comando de FINUL reforçada

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Itália dispõe-se a assumir comando de FINUL reforçada

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A Itália poderá vir a comandar a FINUL reforçada, como preconiza a resolução 1701 que pôs fim ao conflito entre Israel e o Hezbollah. Depois da sugestão de Ehud Olmert e de uma conversa com Kofi Annan, Romano Prodi afirmou que a Itália poderia enviar até três mil homens para o Líbano e, dadas as reticências da França, eventualmente assumir o comando da missão.

Para o investigador Bruno Tertrais, “é possível imaginar uma força de manutenção de paz composta por capacetes azuis. Depois, talvez ao largo da costa libanesa, uma força de reacção rápida, que estaria pronta a intervir se necessário, ou mesmo a evacuar os soldados de manutenção da paz.”

As Nações Unidas esperam que um contingente avançado de 3500 homens possa chegar ao Líbano no prazo de dez dias. No entanto, poucos são os países que se comprometeram até ao momento. A França, inicialmente apontada como líder da missão, enviou apenas mais duzentos homens e pretende discutir o assunto com os parceiros europeus.

Uma nova clarificação da ONU a respeito das atribuições da FINUL poderá vir a ser necessária. Caso contrário, a trégua permanecerá precária, por não haver um efectivo que garanta o cumprimento da resolução 1701. Ontem, numa escaramuça no sul do Líbano, o Tsahal abateu dois militantes do Hezbollah.