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A FINUL à espera da unidade europeia

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A FINUL à espera da unidade europeia

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A ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livini, deslocou-se hoje a Paris e depois a Roma, para acelarar aplicação da resolução 1701 da ONU, que estabelece as condições do cessar-fogo no Líbano. A França considera que a resolução não é clara sobre a questão do desarmamento do Hezbollah invocando a segurança para justificar as suas hesitações sobre o envio de um grande contingente. O chefe da Diplomacia francesa, Douste Blazy, realçou dois objectivos bases para a FINUL: “Primeiro apoiar o exército libanês no terreno e segundo garantir a aplicação de um embargo à entrada de armas ao nivel de todas as linhas de fronteria no país.”

Paris tenta assim recuperar um certo protagonismo perdido a favor de Roma que se diz pronta a colaborar com três mil homens e a disponível para dirigir a FINUL. A imprensa italiana questiona hoje a capacidade financeira do país para tal missão alegando que o orçamento para o Exército baixou de 70% desde 2003. As vozes para que União Europeia encontre rapidamente consenso sobre a FINUL multiplicam-se. Dez dias depois do fim das hostiliadedes Israel matém ainda o bloqueio ao Líbano e no terreno o cessar-fogo continua muito frágil.