Última hora

Última hora

Calma em Kinshasa depois de acordo entre Kabila e Bemba

Em leitura:

Calma em Kinshasa depois de acordo entre Kabila e Bemba

Tamanho do texto Aa Aa

A calma regressou às ruas de Kinshasa depois do acordo entre as facções rivais do presidente Kabila e do adversário Jean-Pierre Bemba assinado esta noite. Fica o rasto de vários dias de confrontos. O compromisso foi obtido com muita pressão por parte da comunidade internacional que apelou ao respeito dos resultados eleitorais que obrigam a uma segunda volta do sufrágio, marcada para Outubro. O acordo prevê a retirada total de Kinshasa por parte das duas facções, depois de dois dias em que várias pessoas morreram e outras ficaram feridas. Nenhum organimo oficial se atreveu ainda a fazer um balanço das vítimas.

A população está cansada e com medo. Um habitante da capital congolesa pede às Nações Unidas e as forças europeias para que intervenham rapidamente. Com o aumentar da tensão na República Democrática do Congo, a EUFOR, a força europeia presente no terreno enviou reforços. Chegaram 250 soldados de Portugal, França, Alemanha, Holanda e Suécia.

Desde Julho e até aos confrontos dos últimos dias estavam no terreno, para garantir o normal funcionamento das eleições, perto de 17 mil capacetes azuis e mil soldados da EUFOR.