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Comissão Europeia contra restrições de madrid a negócio E.ON/Endesa

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Comissão Europeia contra restrições de madrid a negócio E.ON/Endesa

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A União Europeia pode atar os braços ao Estado espanhol, no que toca às restrições impostas por Madrid à projectada fusão entre a alermã E.ON e a companhia energética espanhola Endesa. A Comissão diz que as restrições impostas não são necessárias e são desproporcionadas em relação à razão evocada, a segurança nacional.

O executivo de Bruxelas continua a guerra ao que considera bloqueios à liberalização dos mercados e aos negócios transfronteiriços. O governo de José Luís Zapatero tinha imopsto duras condições à fusão. Nomeadamente, obrigando a E.ON a vender várias centrais nucleares e térmicas, representando um terço do total de capacidade de produção da Endesa.

O governo espanhol está contra a proposta de compra do guop alemão, no valor de 27 mil milhões de euros. Prefere promover uma outra proposta, do grupo Gás Natural, que mantém a Endesa, maior empresa energética do país, em mãos espanholas.

É a segunda vez que Bruxelas impede tomadas de posição proteccionistas por parte dos governos, na Península Ibérica. Há sete anos, a Comissão obrigou Portugal a retirar o veto à compra de dois bancos do grupo Champalimaud por parte do grupo Santander.