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Europa em força na FINUL

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Europa em força na FINUL

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A Europa vai fornecer o maior contributo no contingente militar da FINUL no Líbano mas, por enquanto, ninguém pode ainda avançar dados concretos. Muitos países ainda não decidiram. A única certeza é que o maior número de efectivos será fornmecido pela Itália – entre dois e três mil homens -, seguida da França com dois mil e da Espanha com cerca de um milhar.

Mas está fora de questão que os capacetes azuis desarmem o hezbollah:
“O desarmamento do hezbollah não pode ser feito pela força, tem que resultar de um acordo entre os libaneses, tem que haver um consenso e um acordo entre eles para o desarmamento”, afirmou Kofi Annan, no final da reunião com os Vinte Cinco em Bruxelas.

Mas há quem defenda uma definição concreta da missão da força das Nações Unidas no terreno. A ministra francesa da Defesa, Michèlle Alliot-Marie pede poder de intervenção para os militares:
“O prblema é que no caso de violação do cessar-fogo ou face a uma violação da resolução da ONU, os militares têm que ter os meios necessários, que possam ir até à abertura de fogo para fazer respeitar o direito que foi fixado.

A questão do comando da força ficou já definida. A França vai dirigir as operações até Fevereiro de 2007, depois é a Itália quem assume a chefia. Mas nem só a Europa acorre na ajuda ao Líbano. As Nações Unidas receberam promessas vindas de vários países muçulmanos, tais como a Malásia, a Indonésia, o Bangladesh e a Turquia.