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Chefe do Hezbollah lamenta guerra mas recusa desarmamento

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Chefe do Hezbollah lamenta guerra mas recusa desarmamento

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O chefe do Hezbollah, Hassan Nashrallah, disse que o seu movimento não teria capturado os dois soldados israelitas, a 12 de Julho, se soubesse que isso levaria a uma guerra de uma tal amplitude. Nashrallah também declarou que não voltará a haver um novo capítulo bélico entre Israel e o Hezbollah. O Estado hebreu joga com a ameaça para pressionar o Líbano a aceitar que a FINUL controle os aeroportos, os portos e a fronteira com a Síria, concluiu. O Hezbollah promete ajudar o exército libanês e garante que não cria problemas à FINUL se a missão não for a de desarmar a resistência. Ora a resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU estipula que não haverá presença armada no sul do Líbano para além da do exército libanês. As declarações surgem a algumas horas da chegada de Kofi Annan ao Líbano, para informar as autoridades libanesas da reunião da União Europeia na sexta-feira em Bruxelas.

Por seu lado, a Síria fez saber que “está disposta a negociar o processo de paz quando Israel o quiser fizer na base das resoluções internacionais, de forma a poder chegar a resultados que restituam aos árabes os seus direitos legítimos”. Entretanto, este Domingo, o secretário-geral do Fatah, Farouk Kaddoumi, visitou as ruas de Beirute com o ministro dos Negócios Estrangeiros libanês, Fawzi Salloukh.