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Famílias das vítimas contestam relatório oficial sobre tragédia

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Famílias das vítimas contestam relatório oficial sobre tragédia

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Dois anos após a tomada de reféns numa escola de Beslam, a memória da tragédia que fez 332 mortos na pacífica localidade do Cáucaso russo continua bem viva. Os familiares e amigos das vítimas juntaram-se esta sexta-feira para homenagear os desaparecidos.

Além da profunda tristeza, muitos sentem que não foi feita justiça e aguardam a revisão do inquérito oficial. O único terrorista do comando tchetcheno sobrevivente foi condenado, em Maio, a prisão perpétua mas as famílias exigem também responsabilidades à hierarquia militar.

Uma investigação independente diz que as tropas russas que cercavam a escola onde estavam 1200 pessoas usaram armas de fogo que provocaram as primeiras explosões e o assalto subsequente. O inquérito oficial sustenta que foram os terroristas que causaram as explosões.