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Militares italianos assumem posição no sul do Líbano

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Militares italianos assumem posição no sul do Líbano

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Oitocentos e oitenta militares italianos chegaram este fim-de-semana ao Líbano para integrarem a FINUL reforçada. O contingente italiano vai deslocar-se para o Sul do país, onde deverá levar a cabo a missão prevista na resolução 1701 que pôs fim a 34 dias de conflito entre Israel e o Hezbollah. O tenente Alessandro Miglietta explica em que ponto estão as manobras italianas. “Os homens já trabalham há dois dias, estão a montar campo. Desembarcámos toda a logística em primeiro lugar, por isso, já estamos prontos para começar a cumprir a nossa missão.”

O destacamento italiano, que poderá chegar aos 3 mil homens, vai ocupar-se da faixa ocidental entre o rio Litani e a fronteira com Israel, enquanto aguarda o envio de outros contingentes internacionais, que deverão preencher o efectivo de 15 mil homens necessário para completar a FINUL II.

Disponível para participar na missão, a Alemanha cancelou um conselho de ministros extraordinário destinado a debater o envio de tropas, por ainda não ter recebido um pedido formal do governo libanês. A chanceler Angela Merkel defende que “a oferta alemã continua vigente, mas a prudência deve impor-se à precipitação. E devem ser discutidas com a ONU as condições de um envio de tropas.”

Entretanto, 200 militares franceses dirigem-se já por via marítima para o Líbano. Um batalhão de 900 soldados, dos 2000 homens prometidos por Paris, deverá estar operacional ainda durante a primeira quinzena de Setembro.