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Polícias europeus poderão patrulhar fronteira entre Síria e Líbano


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Polícias europeus poderão patrulhar fronteira entre Síria e Líbano

A Síria estará pronta a colaborar com a comunidade internacional na supervisão do embargo de armas ao Hezbollah. Quem o afirma é Romano Prodi. Numa conferência de imprensa esta manhã na cidade italiana de Bari, o primeiro-ministro garantiu ter obtido o acordo de princípio do presidente sírio para colocar polícias europeus na fronteira entre a Síria e o Líbano.

Prodi afirmou ter proposto a Bashar al-Assad uma força de guardas fronteiriços que sem armas nem uniforma, “terá todos os instrumentos necessários para impedir o tráfico de armas para o sul do Líbano”. Ainda segundo o chefe do governo, a proposta deverá ser discutida no Conselho de ministros dos negócios estrangeiros da União da próxima semana em Bruxelas.

Nem a diplomacia europeia nem a ONU reagiram para já a esta proposta. Damasco, apontado como o principal financiador do Hezbollah, continua assim a rejeitar qualquer presença militar estrangeira junto à sua fronteira, nomeadamente dos homens da FINUL.

Assad garantiu no entanto que enviará um batalhão de 500 militares sírios para cooperar com os polícias europeus. Na sexta-feira em Damasco, Koffi Annan tinha conseguido a autorização do presidente sírio para colocar observadores alemães junto do exército sírio. Uma posição que, a concretizar-se, poderá pôr fim a o impasse em torno do embargo da venda de armas ao Hezbollah, imposto pela resolução 1701 da ONU.

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