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Cimeira UE-Ásia marca minuto de silêncio pelo 11 de Setembro

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Cimeira UE-Ásia marca minuto de silêncio pelo 11 de Setembro

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Um minuto de silêncio em memória das vítimas do 11 de Setembro, neste segundo e último dia da cimeira União Europeia-Ásia, em Helsínquia. No topo da agenda do encontro estavam as mudanças climáticas, mas a luta contra o terrorismo não foi esquecida.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, está consciente de que “a guerra contra o terrorismo está longe de estar ganha. Ainda há muito a fazer”, diz, “em termos de segurança mas também em termos políticos, para mostrar claramente que não é aceitável invocar a religião com fins destrutivos. Devemos juntar esforços de forma multilateral para fazer face a esta ameaça global à nossa comunidade e aos nossos valores.” Outra ameaça à comunidade internacional é o Irão. Os dirigentes dos 38 países europeus e asiáticos apelaram a Teerão para que ponha fim às actividades de enriquecimento de urânio.

Outro apelo veemente foi feito a Myanmar, para que se democratize, respeite os direitos humanos e liberte os activistas presos. Desde 1962 que a antiga Birmânia é governada por uma junta militar, que recusou a vitória da prémio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi nas eleições de 1990 e a mantém em prisão domiciliária desde então.