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Dúvidas e lágrimas cinco anos após os atentados de 11 de Setembro

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Dúvidas e lágrimas cinco anos após os atentados de 11 de Setembro

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A América voltou hoje a recordar os atentados de 11 de Setembro, entre emoção, horror e temor, mas também com muitas interrogações. Quatro cerimónias evocaram os quatro atentados em Nova Iorque, Washington e Pensilvânia. O silêncio invadiu a zona zero de Nova Iorque às 8h46 e às 9h03, hora local. Há cinco anos, a esta hora, as torres gémeas e 2.759 pessoas viviam a sua última hora de existência.

Primeiro o voo 11 da American Airlines com 90 pessoas a bordo embatia na torre norte do World Trade Center, desviado por 5 terroristas. Depois, era a vez do voo 175 da United Airlines embater na torre sul com 5 terroristas e 60 passageiros a bordo. O presidente George Bush acompanhou as cerimónias desde o início do dia do quartel dos bombeiros de Nova Iorque, celebrados uma vez mais como os heróis de toda a tragédia.

O presidente promete não falar de política no discurso que vai proferir esta noite quando forem duas horas da manhã em Lisboa. Mas cinco anos depois dos atentados a América faz também o balanço das cerca de 180 mil vítimas da guerra contra o terrorismo, no Afeganistão e no Iraque. Ao final da tarde o presidente norte-americano deslocou-se a Shanksville, na Pensilvânia, ao local onde o último aparelho se despenhou com 44 pessoas a bordo, dezenas de quilómetros antes de atingir o seu alvo, o capitólio, em Washington.